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‘Só não ficará milionário na próxima década quem não quiser’: veja como investir em Bitcoin e criptomoedas Defi pode multiplicar seu patrimônio

‘Só não ficará milionário na próxima década quem não quiser’: veja como investir em Bitcoin e criptomoedas Defi pode multiplicar seu patrimônio

“Só não ficará milionário na próxima década quem não quiser”. Essa foi a fala do americano Erik Finman, considerado o mais jovem do mundo a ficar milionário com bitcoin. Tudo começou quando o garoto comprou mil dólares em BTC há 10 anos, aos 12 anos de idade. Na época, a moeda digital custava apenas US$ 12. Hoje, ela custa aproximadamente US$ 32.000 – e aos 22, Erik já tem um patrimônio milionário.

Isso fica bem visível nas publicações de Erik no Instagram (@erikfinman), em que fotos de carros de luxo e carteiras de grife recheadas de dólares são comuns. E pensar que era só ter comprado BTC a um preço de banana há dez anos, que essa poderia ser a minha e a sua realidade também… 

Serei sincera com você. Eu sei que, provavelmente, você não foi um dos felizardos (como o Erik) que comprou bitcoin anos atrás e segurou até o topo quando o ativo se valorizou +71.898,42%… 

Mas e se eu te disser que a oportunidade de ganhar dinheiro com criptomoedas ainda não acabou

Sim, ainda dá tempo de entrar nesse mercado, e diversos analistas defendem isso. Um deles é André Franco, que é especialista em criptomoedas na Empiricus, a maior casa de análise de investimentos do Brasil.

O André lembra que o mercado de criptomoedas ainda é muito novo. Ele explica: “o bitcoin, primeira moeda digital, foi criado em 2009 por Satoshi Nakamoto. Ele é tão novo, que, se você entrar agora, ainda será considerado um investidor pioneiro daqui a alguns anos”, afirma. 

Ou seja: o tempo está jogando a seu favor. Assim como aconteceu com Erik Finman, que soube aproveitá-lo há dez anos e hoje está milionário. E há quem diga que o bitcoin é um péssimo ativo para investir a longo prazo… 

O fato é que existem chances de fazer milhões com criptomoedas. Mas, para o seu bem, é preciso investir com responsabilidade e se atentar ao timing. 

De acordo com André Franco, o momento é favorável para entrar nesse mercado.  

E se você quiser dar uma chance para as criptomoedas, existem várias formas de fazer isso. Você pode comprar as moedas digitais por meio de uma corretora especializada, ou então, uma segunda opção é investir em bons fundos de criptomoedas

Um deles é o Bitcoin DeFi, da Vitreo. Ele é o jeito mais simples e seguro para investir de uma única vez no bitcoin e também no que há de mais quente no mundo cripto: moedas digitais ligadas à tendência DeFi. 

Se você não sabe o que é DeFi, não tem problema. Te explico melhor sobre isso no decorrer do texto. Antes, quero te explicar sobre a conjuntura atual das criptomoedas. 

Sobe e desce do bitcoin… Dá pra confiar nesse investimento? 

Vejo muita gente com medo de comprar bitcoin e outros criptoativos por conta da volatilidade desse mercado. E eu não julgo essas pessoas. Realmente, para investir em criptomoedas tem que ter estômago para suportar o sobe-e-desce

Mas, o que o passado nos mostra, é que quem aguenta essa volatilidade, tem altas chances de lucrar a longo prazo. Se você acompanha o mercado financeiro, deve se lembrar que o BTC teve um crescimento exponencial no segundo semestre do ano passado. Em 2020, a principal criptomoeda do mundo valorizou 420% em reais, e foi de longe o investimento mais rentável daquele ano no Brasil. 

Isso contribuiu para que o ano de 2021 começasse em festa para os ativos digitais. De fevereiro a maio, acompanhei a euforia desse mercado. Em abril, vi o BTC alcançar seu auge: chegou a valer 63 mil dólares – sua máxima histórica. 

Estava tudo indo muito bem, até que… as coisas começaram a desandar depois de:

  • Elon Musk tuitar que a Tesla parou de aceitar o pagamento de bitcoin na compra de carros elétricos;  
  • A China proibir as transações e a mineração de criptomoedas no país.

O gráfico abaixo mostra exatamente todos esse altos e baixos do BTC, veja: 

Print do site Messari.o / Acesso em 23/07/2021

Como você pode perceber, agora o BTC está patinando na casa dos 30 mil dólares. E esse preço varia a todo momento, influenciado pelas mais diversas notícias (uma delas é o temor com a Delta, nova variante do coronavírus). 

O que quero te dizer é: o mercado cripto é volátil mesmo. Seus preços mudam a todo instante. E é por isso que quem acredita na tese das criptomoedas não está preocupado em saber qual será o valor do bitcoin amanhã. Mas sim, daqui a 1, 2, 10 anos. Por quê? Esses investidores acreditam muito mais no fundamento da criptomoeda do que em notícias momentâneas que abalam o mercado. 

Olhando para fundamentos, há pelo menos dois motivos para você ter uma parte do seu patrimônio em criptomoedas. Ambos tem a ver com uma lei bem conhecida nos mercados, a lei da oferta e da demanda.  

  1. O efeito do halving: esse é um fenômeno programado para o bitcoin que reduz a emissão de novas moedas digitais. É, portanto, um fator de redução de oferta.
  2. A entrada de investidores institucionais: a maioria dos grandes investidores, como fundos de investimento, fundos de previdência e donos de grandes fortunas, ainda não entrou de vez no mundo cripto. Mas eles estão chegando… você provavelmente leu na imprensa sobre o lançamento de fundos de cripto, etfs e de grandes bancos interessados em criptomoeda. A chegada dos investidores institucionais tende a aumentar a demanda por critpo.

Deu para entender o fundamento? Há pressões que reduzem a oferta de bitcoin de um lado e de outro há pressões que aumentam a demanda. Essa conjuntura costuma favorecer uma alta de preços em qualquer mercado. 

Mas, como eu já disse: é preciso ter estômago para investir em cripto. No meio do caminho há volatilidade, com momentos de altos e baixos. Mas no mundo dos investimentos, são justamente esses ativos que trazem as maiores oportunidades de lucros exponenciais

E atualmente,estamos em uma baixa dos mercados e, para os especialista em cripto, é um bom momento para entrar nesse mercado. O preço do bitcoin está atrativo, “barato” diante das perspectivas. E pode ser que não fique assim por muito tempo. 

Por essas e outras, se você acredita na tese das criptomoedas, vale apostar um pouquinho do seu dinheiro nisso. Uma sugestão é o fundo “Bitcoin Defi”, da Vitreo. Ele foi criado justamente para facilitar a vida do investidor que deseja diversificar seus investimentos em cripto, sem ter o trabalho de abrir conta em corretoras especializadas em cripto e gastar tempo administrando diversos ativos. 

Outra coisa que você precisa saber é que não é apenas o bitcoin que pode te fazer ganhar dinheiro. 

Quando falo de investimento em criptoativos, muitos pensam que só existe essa moeda na jogada. E isso não é verdade. Existem hoje cerca de 6.051 criptoativos em circulação no mundo. E como toda boa carteira de investimentos, se você busca ter grandes retornos, é necessário ter diversificação. 

Não invista apenas em bitcoin: no mercado cripto, também precisamos de diversificação

O equilíbrio no portfólio é importante por dois fatores: primeiro, para diluir os riscos do investimento. Segundo, para potencializar o seu potencial de ganhos. Vou te dar um exemplo:

Quem investiu apenas em bitcoin no primeiro semestre deste ano, que foi considerado a classe de ativo mais rentável do período, viu seu dinheiro multiplicar em 15% em reais

Por outro lado, quem investiu em uma das carteiras que André Franco recomendada na Empiricus, em que ele diversifica o portfólio entre moedas digitais), conseguiu capturar um retorno de +75%, mesmo com toda a turbulência no mercado. Dá para ver a diferença? 

A carteira de criptoativos do analista entregou   cinco vezes o o retorno do obteve  quem investiu apenas em BTC. 

O mesmo aconteceu ano passado: enquanto o BTC rendeu 420%, a carteira do André rendeu +444%

Não estou aqui para fazer propaganda da carteira de investimentos do André Franco. Mas sim,  para te mostrar um exemplo concreto de que: quem tem um portfólio diversificado em cripto, pode ganhar mais

Mas quais outros criptoativos além do bitcoin são uma boa pedida, você deve estar se perguntando… 

O André me contou que inclui algumas criptomoedas em seu portfólio como Ethereum (ETH) e Chainlink (LINK).  Isto é, moedas que têm fundamento para se valorizar. Explico isso pois nem tudo que está bombando é uma boa. Aliás, o André tem uma blacklist de moedas furadas para passar longe, que inclui algumas “memecoins” famosas, como o Dogecoin. 

Entre as moedas fora do radar que o André considera que realmente valem a pena uma classe de ativos se destaca: as criptomoedas DeFi. Na sua visão, eles deveriam fazer parte da carteira de qualquer investidor que busca grandes retornos e que acredita na tese das criptomoedas:

A sigla DeFi se refere ao termo Finanças Descentralizadas, um dos projetos mais revolucionários do mercado cripto. 

Enquanto o Bitcoin, como criptomoeda, tem como principal característica a transação direta entre as pessoas, sem intermediários, o DeFi visa reformular todo o sistema financeiro, sem a necessidade de um agente centralizador, através de uma plataforma chamada Ethereum. 

O DeFi propõe a realização de serviços financeiros parecidos com o que estamos acostumados a ver no mercado tradicional – como empréstimos, seguros, transferências, pagamentos – sem a interferência de bancos ou qualquer vínculo com instituições financeiras. 

Afinal, o papel dos bancos e seguradoras é intermediar operações: em resumo, essas organizações tomam emprestado de quem tem, emprestam para quem não tem e cobram por essa intermediação. Essa cobrança corresponde ao spread bancário, que mede a diferença entre o custo de captação e os juros de empréstimos.

Obviamente, uma boa parcela desse spread é o próprio lucro do banco, motivo de esse mercado valer trilhões de dólares, e os maiores beneficiados nesse negócio são as próprias instituições financeiras. Particularmente no Brasil, possuímos um dos spreads bancários mais caros do mundo. 

Mas e se houvesse uma maneira de eliminar esses intermediadores, fazendo com que a remuneração daqueles que emprestam fosse mais rentável, bem como a taxa de juros daqueles que tomam o empréstimo fosse menor?

Essa é a intenção dos protocolos de finanças descentralizadas (DeFi), que usam tecnologia similar a do bitcoin para viabilizar esses serviços. Esse mercado está a todo vapor e os criptoativos Defi apresentam crescimento exponencial (como pode ser visto no gráfico abaixo).

Figura 3. Valor total retido em protocolos DeFi ao longo de um ano / Fonte: DeFi Pulse

Mas fique tranquilo: assim como você não precisa ser cliente de uma empresa listada em bolsa quando você investe em ações, você também não precisa movimentar dinheiro nestas plataformas se investir em DeFi. 

Mas qual a oportunidade de investir em DeFi? 

Dados mostram que as DeFi são uma tendência para o futuro. Segundo um estudo da Binance Research, o crescimento dessa tecnologia foi de 2.300% no ano passado, totalizando um milhão de usuários. Além disso, o valor investido nesta modalidade passou de US$ 697 milhões no fim de 2019 para US$ 16 bilhões em 2020. Hoje, esse número já passa dos US$ 50 bilhões.

Para André Franco, estamos tratando de um mercado embrionário, com um longo caminho pela frente, e o que estamos discutindo hoje são as ferramentas que estarão no background dos aplicativos que chegarão ao público quando a tecnologia já estiver difundida. 

“Quando isso acontecer, boa parte dos ganhos já estarão no bolso daqueles que, assim como eu, acreditaram nessa evolução. Portanto, não espere isso virar notícia para perceber a revolução. Isso já está acontecendo”, afirma André Franco.

Do início do ano (01/01/21) até o último dia de junho (30/06/21), a DeFi Pulse Index (que reúne os principais tokens descentralizados) já valorizou +123%. Se pararmos para pensar, isso representa um retorno superior ao do Ibovespa (6,54%), renda fixa, ou qualquer outra aplicação tradicional durante o primeiro semestre deste ano. Essa é a vantagem de investir (com responsabilidade) em ativos fora do radar. 

E se você se interessa em estar posicionado a longo prazo para capturar os ganhos não só dos ativos DeFi, como também do bitcoin, eu tenho certeza que vai querer ler o que escrevo a seguir.

A maneira mais fácil de investir nos melhores criptoativos: 

Existem duas principais maneiras de investir em cripto: a primeira consiste em abrir uma conta em uma corretora de criptomoedas, como a Binance ou Mercado Bitcoin. Depois disso, basta transferir o dinheiro e administrar sua própria carteira: escolher em quais ativos investir e ficar de olho no momento certo de comprar e vender. 

Mas também existe outra forma (a que eu considero, particularmente, mais fácil e atrativa): colocar seu dinheiro em um bom fundo de criptoativos. Primeiro, devido a facilidade de investir em fundos, no geral. Basta você entregar o seu dinheiro para profissionais competentes, pagar uma taxa de administração e deixar que eles gerenciem a sua carteira. Você não precisa fazer mais nada: a compra e venda da criptomoedas é toda por conta do gestor do fundo. 

Mas, o que eu mais gosto nos fundos de investimento é que eles permitem algo que, se você não tiver muito dinheiro disponível, é mais difícil de fazer por conta própria: diversificar seu portfólio

Como André Franco reforçou acima, a regra da diversificação também vale para o criptomercado: não é inteligente você apostar seu dinheiro em somente uma criptomoeda. É preciso se expor a diferentes criptos, com o objetivo de diluir o risco e potencializar o lucro. 

Mas investindo por conta própria, você pode precisar de mais dinheiro para diversificar os ativos. Na Binance, por exemplo, o mínimo para investir em qualquer criptoativo é de R$ 80. Se você quiser investir em 3, já terá que desembolsar R$ 240 da sua conta. 

E no caso dos fundos, geralmente você consegue investir em diversos ativos com menos dinheiro se você fosse comprar cada um de sua composição, por exemplo, com R$100. 

Esse é o caso do Bitcoin DeFi, o fundo de investimento da corretora Vitreo que une o que existe de mais quente no ecossistema cripto: moedas digitais e DeFi.

Esse fundo é composto por 80% de ETF de criptoativos (HASH11) e 20% em ativos DeFi, a tese revolucionária e historicamente muito lucrativa das finanças descentralizadas. É uma grande oportunidade para quem deseja investir no que há de mais revolucionário no mercado financeiro hoje com um clique. 

E R$ 100 já é suficiente para você fazer parte do primeiro fundo do Brasil a ter 100% de exposição em criptomoedas aberto ao investidor pessoa física (antes, devido a normas da CVM, apenas investidores qualificados poderiam entrar em um fundo com tamanha exposição nesse mercado). 

O diferencial desse fundo é que ele une tanto as principais criptomoedas do mercado, como Bitcoin, Ethereum e Chainlink, quanto em DeFi. Uma exposição total no que há de mais promissor no mundo cripto. 

E como eu comentei lá em cima, o tempo está jogando ao seu favor aqui. Garantindo sua exposição agora, você pode ter a chance de surfar a onda de lucros que pode acontecer quando o nível de consciência das DeFi for parecido com o que já acontece com o BTC (se vier a acontecer). 

É sobre esta possibilidade de lucros similar à de quem surfou a onda do BTC lá atrás que estou falando aqui, embora nada possa ser garantido. Retornos passados não são garantia de retornos futuros. 

No entanto, é certo que as criptomoedas chegaram para ficar. E só agora que elas estão saindo do underground para o “mainstream” do mundo dos investimentos – ou seja: do buraco negro para tendência dominante. 

Você pode até ignorar o que estou dizendo agora… Fechar a janela e seguir a sua vida. Mas, no futuro, você poderá ser questionado por seus filhos e netos sobre por que não agarrou a oportunidade de investir em cripto. 

Eles poderão querer saber os motivos que fizeram você ignorar uma das maiores revoluções do mundo moderno, que estava disponível para você por um valor baixo (aplicação mínima de R$ 100)… E de repente, perder até a chance de proporcionar para sua família um futuro diferente.  

Eu sei que talvez você ache que investir nesse tipo de ativo seja arriscado demais. E é justamente por isso que você não deve apostar todo o seu dinheiro nisso. Mas veja: você poderá ser considerado pioneiro neste mercado dentro de alguns anos, assim como o Erik Finman, lá do início do texto. E poderá usufruir de tudo que o desenvolvimento mundial desse mercado pode proporcionar na sua vida… Quem não quer ser um milionário? 

E “se você não ficar rico na próxima década, a culpa é sua”, já diria Erik. Pense nisso. 

Com o fundo Bitcoin DeFi, você tem a chance de molhar os pés em um mercado revolucionário por apenas R$100, e não precisar se preocupar com mais nada. Para conhecer o fundo, basta clicar no botão abaixo. 

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